O capitalismo mata a vida no planeta Terra!

25/04/2011

*Dalton F. Santos

Morto já está o Rio São Francisco, o “Velho Chico”. E nele, o capitalismo ainda quer instalar usinas nucleares.

O capitalismo agora cava outra sepultura para o Rio Amazonas, aprisionando as águas do Rio Madeira. A ruína das condições ambientais vai ser generalizada por toda extensão do continente latino americano.

Vejam outras imagens impressionantes, clicando aqui

É uma guerra arrasadora feita pelo capitalismo contra a humanidade.

Milhões de anos foram gastos pela natureza para construir a bacia hidrográfica do Amazonas e, num piscar de olhos, o capitalismo faz toda essa devastação, acelerando, ao máximo, o desenvolvimento natural do processo de extinção da vida no planeta Terra.

Quão vergonhoso é a não preservação da natureza para aqueles de todas as espécies que ainda irão nascer se utilizando de forma predatória e parasitária da força da natureza para obtenção de energia que irá alimentar outras guerras imperialistas contra a humanidade.

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Dalton F. Santos – Geólogo do Setor de Exploração de Petróleo da Petrobras, Brasil

Aracaju, 21 de abril de 2011

Catástrofes ambientais e o projeto “HAARP”

20/02/2011

* Gisele C. Costa

No ano de 1993, o governo estadunidense ativou o projeto High Frequency Active Auroral Research Program – H.A.A.R. P (em português, Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência). Esse projeto trata-se oficialmente de investigação financiada pela Força Aérea dos Estados Unidos, a Marinha e a Universidade do Alaska. Segundo o governo norte-americano, o propósito desse projeto é “entender, simular e controlar os processos ionosférico que poderiam mudar o funcionamento das comunicações e sistemas de vigilância”.

O H.A.A.R. P possui semelhanças com diversos aquecedores ionosféricos existentes em todo mundo, como os projetos europeus SURA (Rússia) e EISCAT (Noruega). Existem várias denúncias de que o projeto H.A.A.R. P é uma arma dos EUA desenvolvida para controlar o clima, provocando catástrofes ambientais sem precedentes, o que o tornaria uma arma militar não convencional.

Essas denúncias surgem dos mais diversos espaços. Em 1999, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução na qual afirma que o Projeto H.A.A.R. P manipula o meio ambiente com fins bélicos, contestando uma avaliação do projeto por parte da Science and Technology Options Assessment (STOA), o órgão da União Européia responsável por estudo e avaliação de novas tecnologias. Em 2002, foi a vez do Parlamento Russo acusar os EUA de utilizar o H.A.A.R. P com finalidades militares. Os parlamentares russos apresentaram ao presidente Vladimir Putin um relatório assinado por 90 deputados dos comitês de Relações Internacionais e de Defesa, onde alegam que o Projeto HAARP é uma nova “arma geofísica”, capaz de manipular a baixa atmosfera terrestre.

No meio acadêmico, o renomeado professor de Economia da Universidade de Ottawa e pesquisador do Centro de Estudos de Áreas em Desenvolvimento da Universidade McGill de Montreal, Michel Chossudovsky no seu artigo intitulado The Ultimate Weapon of Mass Destruction: “Owning the Weather” for Military Use (A arma de destruição em massa: “Possuir o tempo” para uso militar) também afirma que o projeto H.A.A.R. P está para além de simples investigação ionosférica e que ele pode proporcionar bloqueio militar contra possíveis ataques do “Eixo do Mal”, como também pode causar conseqüências gravíssimas como: abalos sísmicos, megatsunamis, tormentas, atividades vulcânicas, entre outros.

Vale a pena conferir o documentário do History Channel sobre Armas Climáticas:

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Gisele C. Costa é graduanda em pedagogia na Universidade Estadual Paulista “Julio Mesquita Filho”  campus Bauru e militante do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado – PSTU.

A culpa é da natureza?

01/02/2011

*Angélica Felipe de Paula

O ano de 2011 iniciou com a maior catástrofe natural da história do Brasil. A região serrana do estado do Rio de Janeiro contabilizou até agora 845 mortes.

Após o desastre, o que ouvimos falar é sobre a “fúria da natureza”, porém até agora os verdadeiros responsáveis por estas mortes não foram citados.

Senti a necessidade de escrever este texto mesmo depois de passada toda a desgraça, porque todo ano é a mesma coisa.

Assistimos estas cenas de destruição e nada é feito. O mais triste e revoltante é saber que tais mortes poderiam ter sido evitadas. Por exemplo, na região serrana, mais devastada do Rio de Janeiro, predomina o clima tropical semi-úmido, com chuvas fortes no verão.

Apesar disso, os governantes destinaram menos recursos para a prevenção dos desastres, e as vítimas ficaram sem apoio mesmo após as chuvas. Vimos muitos voluntários socorrendo pessoas, como medida desesperada de conter todo o caos.

Mas não foi somente no Rio de Janeiro, o Brasil todo sofre com esse problema. São Paulo e Minas Gerais também tiveram as consequências das chuvas. Além dos desabrigados, 34 pessoas morreram.

No entanto, desde 2007 o Estado de São Paulo nada investiu em estudos para prevenção de enchentes, segundo dados da Assembléia Legislativa. O PSDB, de Serra e Alckmin, pagou 7,8 bilhões em juros aos banqueiros, isso sem falar da prefeitura de São Paulo, administrada por Gilberto Kassab, do DEM.

O problema se alastra pelo país. Em 2010 o governo do PT usou apenas 40% dos recursos para prevenção das enchentes no Brasil.

O Vale do Paraíba é reflexo de toda essa corrupção e descaso. Ano passado ocorreu uma das mais tristes cenas da “fúria das águas” que devastou a cidade de São Luis do Paraitinga, levando até mesmo construções históricas.

Este ano foi a vez de São José dos Campos chorar a morte de 5 pessoas, por causa das “economias” do prefeito empreendedor.

Houve um grave deslizamento no bairro do Rio Comprido, e destas cinco pessoas mortas, duas eram crianças. A situação do bairro é de pura miséria, e assim como no Rio de Janeiro, a Prefeitura da Cidade também sabia do risco, mas Eduardo Cury do PSDB preferiu “economizar” deixando de investir apenas R$ 124 mil, causando toda essa tragédia.

Em 2008 foi feito um estudo de risco no bairro Rio Comprido, pela própria Prefeitura. O resultado apontava a necessidade de obras de revegetação e construção de canaletas para reduzir o risco de deslizamento. O que custaria somente R$ 124 mil. Pode até parecer muito, mas o governo do PSDB destinou R$ 300 mil para o Carnaval deste ano.

O Ministério Público agora investiga o caso e deve responsabilizar a gestão atual por essas mortes e por este cenário de destruição.

Além da falta de investimentos e da falta de planejamento urbano, deputados de base ruralista insistem em transfigurar a legislação florestal prejudicando as Áreas de Preservação Permanente (APP). Essas áreas tem a função de proteger margens de rios, encostas e topos de morros, o que garante a estabilidade geológica e a proteção do solo. Se esta decisão for tomada em Brasília, algumas faixas de APP serão reduzidas até pela metade. Exemplo. A proteção de rios com larguras de até cinco metros passariam dos atuais 30 metros para 15. Topos de morro, montes, montanhas, serras e áreas de várzea também ficariam liberadas.

Portanto, episódios como estes que temos acompanhado todo início de ano, tendem a piorar se nada de concreto for feito. Depois mais uma vez teremos que ouvir que a natureza e seus fenômenos são responsáveis por esta destruição. 

O ano de 2011 iniciou com a maior catástrofe natural da história do Brasil. A região serrana do estado do Rio de Janeiro contabilizou até agora 845 mortes.

Após o desastre, o que ouvimos falar é sobre a “fúria da natureza”, porém até agora os verdadeiros responsáveis por estas mortes não foram citados.

Senti a necessidade de escrever este texto mesmo depois de passada toda a desgraça, porque todo ano é a mesma coisa.

Assistimos estas cenas de destruição e nada é feito. O mais triste e revoltante é saber que tais mortes poderiam ter sido evitadas. Por exemplo, na região serrana, mais devastada do Rio de Janeiro, predomina o clima tropical semi-úmido, com chuvas fortes no verão.

Apesar disso, os governantes destinaram menos recursos para a prevenção dos desastres, e as vítimas ficaram sem apoio mesmo após as chuvas. Vimos muitos voluntários socorrendo pessoas, como medida desesperada de conter todo o caos.

 Mas não foi somente no Rio de Janeiro, o Brasil todo sofre com esse problema. São Paulo e Minas Gerais também tiveram as consequências das chuvas. Além dos desabrigados, 34 pessoas morreram.

No entanto, desde 2007 o Estado de São Paulo nada investiu em estudos para prevenção de enchentes, segundo dados da Assembléia Legislativa. O PSDB, de Serra e Alckmin, pagou 7,8 bilhões em juros aos banqueiros, isso sem falar da prefeitura de São Paulo, administrada por Gilberto Kassab, do DEM.

O problema se alastra pelo país. Em 2010 o governo do PT usou apenas 40% dos recursos para prevenção das enchentes no Brasil.

O Vale do Paraíba é reflexo de toda essa corrupção e descaso. Ano passado ocorreu uma das mais tristes cenas da “fúria das águas” que devastou a cidade de São Luis do Paraitinga, levando até mesmo construções históricas.

Este ano foi a vez de São José dos Campos chorar a morte de 5 pessoas, por causa das “economias” do prefeito empreendedor.

Houve um grave deslizamento no bairro do Rio Comprido, e destas cinco pessoas mortas, duas eram crianças. A situação do bairro é de pura miséria, e assim como no Rio de Janeiro, a Prefeitura da Cidade também sabia do risco, mas Eduardo Cury do PSDB preferiu “economizar” deixando de investir apenas R$ 124 mil, causando toda essa tragédia.

 

Em 2008 foi feito um estudo de risco no bairro Rio Comprido, pela própria Prefeitura. O resultado apontava a necessidade de obras de revegetação e construção de canaletas para reduzir o risco de deslizamento. O que custaria somente R$ 124 mil. Pode até parecer muito, mas o governo do PSDB destinou R$ 300 mil para o Carnaval deste ano.

O Ministério Público agora investiga o caso e deve responsabilizar a gestão atual por essas mortes e por este cenário de destruição.

Além da falta de investimentos e da falta de planejamento urbano, deputados de base ruralista insistem em transfigurar a legislação florestal prejudicando as Áreas de Preservação Permanente (APP). Essas áreas tem a função de proteger margens de rios, encostas e topos de morros, o que garante a estabilidade geológica e a proteção do solo. Se esta decisão for tomada em Brasília, algumas faixas de APP serão reduzidas até pela metade. Exemplo. A proteção de rios com larguras de até cinco metros passariam dos atuais 30 metros para 15. Topos de morro, montes, montanhas, serras e áreas de várzea também ficariam liberadas.

Portanto, episódios como estes que temos acompanhado todo início de ano, tendem a piorar se nada de concreto for feito. Depois mais uma vez teremos que ouvir que a natureza e seus fenômenos são responsáveis por esta destruição.

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 Angélica Felipe de Paula é jornalista, moradora de São José dos Campos – SP e militante da Ação Eco Socialista

Prefeitura inicia desocupação do Banhado

07/11/2010

A prefeitura de São José dos Campos anunciou a remoção de 50 das 400 famílias da comunidade Jardim Nova Esperança.

O Banhado é a última e mais importante área urbana protegida da cidade e, ao contrário do que a prefeitura apregoa, a comunidade é a maior responsável pela conservação da área até hoje.

Filme denúncia

Há alguns meses, a Ação Eco Socialista  lançou oficialmente o filme “O Banhado e Sua Gente”, denunciando os verdadeiros motivos da desocupação.

Preparamos uma edição condensada no youtube, mas o dvd original de cerca de 16 minutos pode ser adquirido diretamente aqui por R$ 5,00 mais o custo de postagem.

É importantíssimo assistir e divulgar o filme:

Defensoria Pública

De acordo com o defensor público que está promovendo ações judiciais em defesa dos moradores, Dr. Jairo Salvador de Souza, que esteve no lançamento do nosso filme, a desocupação vai mexer profundamente com a vida das pessoas: A dotação de melhores condições de moradias dignas é louvável, mas eu discordo do método. O reassentamento vai mexer com a vida das pessoas que vivem da economia do centro e do plantio de hortaliças. A prefeitura não pode apenas transferir problemas de um lugar para o outro. Essa remoção deve ser discutida com a comunidade. As famílias não podem ser removidas como lixo.

Além de divulgar as denúncias, você pode ajudar as 400 famílias daquela comunidade escrevendo para a Prefeitura de São José dos Campos, pedidndo para desistirem da remoção dos moradores do Banhado.

A polêmica do “trem-bala”

20/09/2010

“Trem de alta Velocidade” pode não ser tudo isso que o governo e os empresários divulgam.

TAV similar ao que será implementado no Brasil. Foto: Estadão

TAV similar ao que será implementado no Brasil. Foto: Estadão

O Trem de Alta Velocidade Rio-São Paulo (TAV RJ-SP) ou ainda TAV Brasil é um projeto do governo federal, com a função de interligar as duas principais metrópoles brasileiras: São Paulo e Rio de Janeiro. Posteriormente, um estudo técnico de viabilidade incluiu ligar Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro numa só linha de 518 km de extensão.

Além da integração de três regiões metropolitanas, o TAV ligará os dois maiores aeroportos internacionais do Brasil: Guarulhos e Galeão, além de Viracopos.

No projeto, há a previsão para duas paradas no lado paulista do Vale do Paraíba, uma em Aparecida e outra cuja definição será feita pela empresa vencedora da licitação.

As cidades de São José dos Campos, Jacareí e Taubaté estão disputando entre si a construção da segunda estação no Vale. O que as prefeituras e os empresários locais anunciam é que haverá um grande progresso econômico na cidade que for escolhida.

Mas a verdade é que esse progresso pode se restringir somente a eles. Nas proximidades da estação, poderiam ser construídos shopping-centers e outros edifícios comerciais, o que aumentaria muito o faturamento do ramo imobiliário. Fora isso, a população mesmo não teria grandes vantagens.

Preço caro

Segundo cálculos do próprio governo, o preço da passagem mais barata do trem-bala será de R$ 0,60 por quilômetro. Assim, uma viagem de SP ao Rio na classe econômica custaria cerca de R$ 250,00. Não é preço de transporte de massa. Ou seja, o trabalhador não vai viajar nesse trem. E mesmo quem pode pagar a passagem certamente vai preferir ir de avião, ao custo de R$ 100,00 (preço médio atual). Ir e voltar de avião vai sair mais barato que uma só viagem de trem-bala.

Além disso, não podemos esquecer que o BNDES vai financiar R$ 21 bilhões dos R$ 35 bilhões que vai custar a obra. É uma obra bastante cara, paga com dinheiro público, mas sem a menor perspectiva de que a população venha a utilizá-la.

Custo ambiental

Ainda não estão claros os impactos ambientais que essa obra vai causar. A grande preocupação dos moradores de São José dos Campos é que o trajeto passe pelo Banhado, a última e mais importante área protegida da cidade, fundamental para o equilíbrio ecológico e, consequentemente, para a vida das pessoas.

Para evitar a degradação do Banhado, bem como o solo turfoso, que faria afundar o trem, a linha, a estação e tudo mais, os técnicos sugeriram fazer um túnel sob a área. Mas, isso não diminuiria o impacto e nem os problemas do tipo de solo. E ainda elevaria o custo da obra.

Tecnologia obsoleta

O trem-bala brasileiro não será daqueles magnéticos que há na Europa e no Japão, mas de “roda de aço no trilho mesmo”!

Um custo muito alto para uma tecnologia que não será mais utilizada no mundo em uma ou duas décadas.

Está certo que o transporte ferroviário, qualquer que seja, é menos poluente, menos agressivo ao meio ambiente e geralmente muito mais barato. Mas, esse projeto do trem-bala, por todos esses motivos, não faz parte de um projeto de expansão de malha ferroviária nacional, o que, na verdade, não existe.

O dinheiro a ser gasto na obra poderia ser utilizado justamente para criar um novo tipo de transporte de massa no país, de baixo custo para os usuários e de pouco ou nenhum impacto ambiental.

Porém, está claro que não é esse o objetivo do governo federal, que, com seu trem-bala, pretende apenas transportar turistas durante a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, além de gerar lucro para as construtoras envolvidas na própria obra e uns poucos empresários das cidades em que passará. 

Comunidade impedida de conhecer pesquisa

06/09/2010

Violência e ameaças na cidade argentina de La Leonesa impediram ativistas comunitários de assistirem a palestra de um renomado cientista a respeito de  suas conclusões sobre o impacto à saúde de produtos químicos pulverizados em culturas de arroz e soja.

Ativistas da comunidade de La Leonesa, uma pequena cidade localizada em uma área de produção de arroz em grande escala no Departamento de Chaco, foram assistir a uma palestra que seria ministrada pelo professor Andrés Carrasco, um cientista e médico da Faculdade de Medicina da Universidade de Buenos Aires.

Uma delegação de dois deputados provinciais, um ex-funcionário público e membros da comunidade vizinha de Resistencia também chegou a La Leonesa para ouvir a palestra.

A pesquisa do professor Andrés Carrasco, concluída em 2009, destacou os efeitos negativos em embriões do glifosato, um agrotóxico comumente utilizado.

Ao chegar a La Leonesa, a delegação dirigiu-se para a escola onde seria dada a palestra. No entanto, a palestra foi suspensa porque a delegação foi agredida por um grupo de cerca de 100 pessoas que os ameaçava e surrava. Uma pessoa, atingida na coluna, ficou com as penas paralisadas, e outra passa por exames neurológicos depois de ser golpeada na cabeça. O ex-subsecretário provincial de Direitos Humanos, Marcelo Salgado, foi atingido no rosto ficando inconsciente. Dr. Carrasco e seu colega fecharam-se num carro, e foram cercados por pessoas que faziam ameaças violentas, esmurrando o carro por duas horas. Os membros da comunidade ficaram feridos e equipamentos de um jornalista foram danificados.

Os membros da comunidade que testemunharam o incidente responsabilizaram  as autoridades pelo ataque, bem como um produtor de arroz e seus trabalhadores e guardas de segurança. Acreditam firmemente que a violência foi engendrada por eles, e motivada por poderosos interesses econômicos por trás da agroindústria do lugar. Apesar dos apelos às autoridades locais, os policiais foram lentos em reagir e não enviaram reforços suficientes para acabar com a violência.

Fonte: Biodiversidad en América Latina y El Caribe e Amnistía Internacional

Uma pausa na luta

31/08/2010

Sarau em São Francisco Xavier reuniu militantes e amigos da AES, para algumas horas de merecida descontração.

Ficamos muito felizes com o Sarau Eco Socialista. O tempo estava perfeito, nem frio, nem calor e sem chuva. E o lugar, a Ilha São Francisco, é mesmo muito aconchegante e bem agradável.

Então, junte-se a tudo isso um punhado de militantes da Ação Eco Socialista e seus amigos, e temos um delicioso sábado.

Valeu muito! Gostaríamos de agradecer a todos que prestigiaram nosso encontro cultural, ao pessoal de São Francisco Xavier e em especial ao Edson, da “Ilha“, que gentilmente cedeu o espaço.

Sarau Eco Socialista

25/08/2010

AES promove evento cultural imperdível em São Francisco Xavier

Um sarau (do latim seranus) é um evento cultural ou musical onde as pessoas se encontram para se expressarem ou se manifestarem artisticamente. Consiste em uma reunião festiva que ocorre à tarde ou no início da noite, podendo apresentar dança, poesia, leitura de livros, música e também outras formas de arte, como pintura, fotografia e teatro. Evento bastante comum no século XIX, vem sendo redescoberto por seu caráter de inovação, descontração e satisfação.

Deixando as definições de lado, o nosso sarau, até onde a gente sabe, vai ter tudo isso e provavelmente muito mais. Muitos já confirmaram a presença e certamente vai chegar mais gente na hora que vai surpreender. Tem muito artista por aí só esperando uma oportunidade como essa.

Então, é só aparecer. Não é obrigatório que o tema de sua apresentação seja eco ou socialista, só de preferência. Mas, se você quiser ir só para apreciar e prestigiar, fica à vontade.

Apareça!

DATA E LOCAL:

28.08.2010 (sábado) – a partir das 16:00 horas – Ilha São Francisco Xavier – Praça Cônego Antônio Manzzi, 130 – Centro – São Francisco Xavier – SP.

Não é mais um filme ecológico…

18/08/2010

AES lança filme sobre o Banhado, em São José dos Campos, e a comunidade do Jardim Nova Esperança.

Banhado em 1974 - Foto: Jairo Rodrigues

Banhado em 1974 - Foto: Jairo Rodrigues

Nosso movimento produziu e dirigiu um documentário sobre a última e mais importante área protegida da zona urbana de São José dos Campos e sobre os ataques que a população ali residente vem sofrendo da prefeitura e da indústria da construção civil.

Querem remover as 400 famílias do local, sob a alegação de que estariam degradando o meio ambiente.

Nosso filme mostra que isso é mentira e expõe os verdadeiros motivos.

Após a exibição do filme, haverá um debate, com a participação de todos garantida!

O evento tem o apoio da APEOESP (Sindicato dos Professores) – Subsede de São José dos Campos.

DATA E LOCAL

21.08.2010 – 16:00 – Salão do Sindicato dos Metalúrgicos – Rua Maurício Diamante, 65 – Centro – São José dos Campos

Água potável para todos!

03/08/2010

Vídeo desmistifica a necessidade de consumo de água engarrafada e incentiva a luta pelo seu livre acesso.

A princípio, nós não temos nada contra o engarrafamento de água potável.

Muitas regiões do planeta são desprovidas de fontes de água para consumo humano e a melhor e menos custosa forma de fazer com que ela chegue até essas populações é através das garrafas mesmo.

Em outros locais, as fontes estão tão contaminadas que se tornam impróprias ao consumo. Aí também não há outro jeito para que as pessoas bebam água limpa.

O que nós somos contra é a forma de exploração capitalista dessa atividade, toda privatizada, da extração até a distribuição, cujo objetivo não é matar a sede de população nenhuma, mas gerar receita para os acionistas das companhias que detém os meios de produção.

Assim, mesmo que a água engarrafada chegue a lugares onde ela é escassa ou imprópria para o consumo, o preço a ser pago a torna inacessível do mesmo jeito.

Por isso, uma de nossas propostas para um programa de governo do próximo presidente da república é a revogação de todas as concessões e outorgas para a exploração econômica de fontes de água potável e estatização, sob o controle dos trabalhadores, dos sistemas de captação, engarrafamento e distribuição.

Até agora, só o Zé Maria (PSTU) a incorporou em seu programa.

Enquanto a gente espera os outros, pode assistir “A história da água engarrafada”: