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Sarau Eco Socialista

25/08/2010

AES promove evento cultural imperdível em São Francisco Xavier

Um sarau (do latim seranus) é um evento cultural ou musical onde as pessoas se encontram para se expressarem ou se manifestarem artisticamente. Consiste em uma reunião festiva que ocorre à tarde ou no início da noite, podendo apresentar dança, poesia, leitura de livros, música e também outras formas de arte, como pintura, fotografia e teatro. Evento bastante comum no século XIX, vem sendo redescoberto por seu caráter de inovação, descontração e satisfação.

Deixando as definições de lado, o nosso sarau, até onde a gente sabe, vai ter tudo isso e provavelmente muito mais. Muitos já confirmaram a presença e certamente vai chegar mais gente na hora que vai surpreender. Tem muito artista por aí só esperando uma oportunidade como essa.

Então, é só aparecer. Não é obrigatório que o tema de sua apresentação seja eco ou socialista, só de preferência. Mas, se você quiser ir só para apreciar e prestigiar, fica à vontade.

Apareça!

DATA E LOCAL:

28.08.2010 (sábado) – a partir das 16:00 horas – Ilha São Francisco Xavier – Praça Cônego Antônio Manzzi, 130 – Centro – São Francisco Xavier – SP.

Não é mais um filme ecológico…

18/08/2010

AES lança filme sobre o Banhado, em São José dos Campos, e a comunidade do Jardim Nova Esperança.

Banhado em 1974 - Foto: Jairo Rodrigues

Banhado em 1974 - Foto: Jairo Rodrigues

Nosso movimento produziu e dirigiu um documentário sobre a última e mais importante área protegida da zona urbana de São José dos Campos e sobre os ataques que a população ali residente vem sofrendo da prefeitura e da indústria da construção civil.

Querem remover as 400 famílias do local, sob a alegação de que estariam degradando o meio ambiente.

Nosso filme mostra que isso é mentira e expõe os verdadeiros motivos.

Após a exibição do filme, haverá um debate, com a participação de todos garantida!

O evento tem o apoio da APEOESP (Sindicato dos Professores) – Subsede de São José dos Campos.

DATA E LOCAL

21.08.2010 – 16:00 – Salão do Sindicato dos Metalúrgicos – Rua Maurício Diamante, 65 – Centro – São José dos Campos

Quilombolas em São Francisco Xavier – SP

21/03/2010

Prefeitura de São José dos Campos admite que comunidade do Distrito é remanescente de escravos.

Todas as características, origens e localização dos moradores do “Morro dos “Martins” sempre apontaram para a condição de comunidade tradicional.

Há poucos anos, alguns moradores do distrito joseense tentaram buscar o reconhecimento oficial da comunidade, através de entidades como Fundação Palmares, Movimento Negro e algumas universidades que pudessem realizar os estudos necessários.

Direitos dos quilombolas

Assim como as outras comunidades tradicionais citadas na Constituição Federal – indígenas e caiçaras – os quilombolas tem uma série de direitos garantidos, entre os quais a propriedade da terra, proteção ao patrimônio genético e verbas públicas para que vivam dentro de sua cultura.

Portanto, comprovada essa condição e reconhecida oficialmente, os “Martins”, de saída, seriam proprietários da terra onde vivem.  

Lamentavelmente, o lugar é objeto da especulação imobiliária e a reação, na época, não tardou a aparecer.

Fizeram uma campanha contra o início dos estudos, inclusive dentro da própria comunidade, propagando mentiras absurdas, do tipo “querem fazer uma reserva aqui. Aí vocês não vão poder sair prá nada e nem receber visita”. Também diziam que tinham provas que os “Martins” não eram quilombolas, que estudos já haviam chegado a essa conclusão, que todos ali já eram proprietários e etc. etc.. Só faltou dizer que eram todos alemães. 

Não foi difícil, depois disso, comprar terras por ali a preço de banana.

O assunto parecia ter sido encerrado e da forma mais desagradável possível, com a vitória dos especuladores e seus lacaios, que se encarregavam do trabalho sujo de desmoralização daqueles que lutavam pelos direitos dos quilombolas.

Até que, surpreendentemente, vimos no site da prefeitura a matéria sobre a pesquisa da saúde dos quilombolas em São Francisco… 

Agora, só falta reiniciar a busca pelo reconhecimento oficial. Ficou bem mais fácil.

Agente de saúde examina quilombola. Foto: Prefeitura SJCampos - SP

Agente de saúde examina quilombola. Foto: Ronny Santos/PMSJC

Créditos

08/10/2009

Como já deu para perceber, temos um novo cabeçalho.

Foi um presente do nosso companheiro Ricardo Malagoli, jornalista, de Belo Horizonte-MG, que fez todo o trabalho de concepção e arte.

Aproveitamos também para agradecer o ilustrador José Feitor, de Portugal, que nos cedeu a imagem do Karl Marx de bermudas, que ele fez para a revista “Combate“, também daquele país, e passou a ser o símbolo do nosso movimento. Só que, por aqui, virou uma espécie de mascote e hoje é conhecido como “Markinho da AES”…

E também não poderíamos deixar de prestar nosso profundo agradecimento ao companheiro e militante Marcelo Rezende, fotógrafo, de São José dos Campos-SP, que bolou e executou a faixa que a gente leva em todo lugar.

Valeu…!!